Apresento alguns itens relacionados a escritora Anne Rice. Escolha os links abaixo sob seu desejo ... Delicie-se com este trecho do livro "Vittorio, o vampiro" que selecionei abaixo e tb com meus comentários sobre o maravilhoso livro "Sangue e ouro"!

 

Ola !
Neste instante, terminei de ler o "sangue e ouro" e ainda creio estar em
Constantinopla, Roma, PAris, Dresden, Veneza... no santuário nos Alpes...acreditas que chorei, ao ler o encontro de Marius com Pandora, no baile,
em Dresden?
Bianca foi nobre em avisar Marius, que a MArquisa de Malvrier e o Marquis
asiático, estavam la... porém se sentiu traída, ao ouvir Marius falando
com Padora, em suas súplicas, dizendo que até mesmo, poderia abandonar Bianca,
por sua companhia eterna e amor...

E tb chorei, mediante ao que SAntino fez em Veneza, os aprendizes levados
mar adentro, tudo destruído, queimado... Amadeo... perdido.
Marius ama!!! ama muito e sofre muito...

Aquele quadro de Boticelli... Céus!!! A Deusa Vênus, levando Marius aos
remotos tempos em Roma antiga...

com tanto carinho, ele acolheu a todos... todos os que amou... Assim como
Lestat, que despertou de forma inusitada, a Rainha que ele cuidou por tempos
afora.... como lhe doeu, ouvi-la com frivolidade na voz, ao falar-lhe...


ser fiel, é o que Marius foi e sempre será.

surpreendente a atitude de Thorne, perante Maharet, sua criadora!!!
assim como foi louvável, a atitude de Santino ao socorrer Marius das geleiras,
ao lado de Pandora que lhe deu a mão... Santino tremia por dentro, de medo.

Raymond Gallant e a Talamasca... ah, quem dera eu pudesse, viver uma fundação
estudiosa dessas em minha existência humilde e mortal.

Bem, meus amigos.... aqui está pra vcs, meus comentários sobre os livro
: SANGUE E OURO, de Anne Rice.

Leia antes, os outros livros dessa maravilhosa saga de vampiros e entao,
leia este divino, pois dai, sentiras mais fundo, toda a historia :))))

Bloody Kisses

DeniseMG
www.vampirusbrasil.com.br

 

"Oh, catedral de horrores. Tentei virar a cabeça, fechar os olhos, mas a monstruosidade do insólito espetáculo me fascinava. Patéticos pensamentos desordenados não chegavam nunca aos meus lábios. O som dos instrumentos à minha volta cessara. Oh, não se vá, doce música. Não me deixe só.

Mas o que chegou aos meus ouvidos foi o coro das mais doces e suaves vozes de tenores. Cantavam em latim, e eu não conseguia acompanhar todas as palavras, um hino sobre a morte, um hino sobre a mutabilidade das coisas, ao mesmo tempo em que se elevavam as vozes harmoniosas de um coro completo de sopranos, homens e mulheres, baixos e barítonos, cantando fervorosamente uma esplêndida polifonia em resposta ao naipe isolado de tenores:

" Vou agora para o Senhor, porque Ele permitiu que essas Criaturas das Trevas respondessem às minhas súplicas..."

Que palavras sinistras eram aquelas?

Ouviu-se novamente o coro rico, denso, de muitas vozes, sublinhando o cântico dos tenores:

" Os instrumentos da morte me aguardam no seu cálido e piedoso beijo, e nos seus corpos, pela vontade de Deus, levarão o sangue de minha vida, meu êxtase, a ascensão de minha alma por meio das suas, a fim de melhor conhecer o Céu e o Inferno no seu Tenebroso Serviço."

... Vi lorde Florian numa suntuosa casula sacerdotal como se fosse o próprio bispo de Florença, só que seu deslumbrante parametro exibia impudentemente a Cruz de Cristo de cabeça para baixo em homenagem ao Maldito, e na sua cabeça não-tonsurada de cabelos louros-escuros ele ostentava uma coroa de ouro e pedras preciosas, parecendo ser ao mesmo tempo um monarca francês e um servo do Senhor das Trevas. "

Trecho copiado das páginas 113 e114 do livro "Vittorio, o vampiro" de Anne Rice.

 

"Material enviado pelas gêmeas ERIKA E ELISA, associadas do grupo do site BLOODY KISSES, no Yahoo."

Super obrigada lindas gêmeas :))) DeniseMG

Leia aqui duas das passagens mais lindas que foram escritas por Anne Rice em "O Vampiro Armand".

"" - Sou seu, mestre - Abracei-o e tentei vencê-lo com beijos. Ele os suportou, e até sorriu, mas não se mexeu.
Porém quando parei e cerrei o punho direito como se fosse lhe dar um soco, coisa que eu jamais faria, para meu espanto, ele começou a ceder.
Virou-se e me estreitou naquele seu abraço forte e sempre cuidadoso.
- Amadeo, não posso continuar sem você - falava num tom baixo e desesperado. - Eu pretendia lhe mostrar o mal, não um esporte. E mostrei. Mas, ao mostrar, eu mesmo vi esse preço, e meus olhos estão ofuscados e estou magoado e cansado.
Encostou a cabeça na minha, e me abraçou com força.
- Faça o que quiser comigo, mestre. Faça-me sofrer e desejar o sofrimento, se for o que você quiser. Sou o seu bobo. Sou seu.
Ele me soltou e me beijou formalmente.
- Quatro noites, meu menino - disse ele. Afastou-se. Beijou os dedos e plantou seu ultimo beijo em meus lábios, e foi-se embora. - Estou indo para um dever antigo. Quatro noites. Até lá.""

Livro "O Vampiro Armand" de Anne Rice, parte 1 "Corpo e Sangue". Pagina 114.


"" - Acorde, menino - disse ele.
Virei-me e olhei para cima. Fiquei espantado. Ele estava ali em pé, de braços cruzados, segurando aquele chicote comprido. Usava uma túnica longa e cintada de veludo púrpura e seu cabelo estava preso na nuca.
Senti as chicotadas como nunca havia sentido quando eu era mortal. Eu estava mais forte, mais resistente a elas, mas por uma fração de segundo cada golpe rompeu minha guarda preternatural, causando uma minúscula e intensa explosão de dor.
Fiquei furioso. Tentei sair da cama, e provavelmente teria batido nele, tamanha era minha irritação por ser tratado dessa maneira. Mas ele pôs um joelho em minhas costas e ficou me chicoteando até eu gritar.
Então, endireitou-se e me arrastou pela gola. Eu estava tremulo de raiva e confuso.
- Quer mais? - perguntou.
- Não sei - respondi, desvencilhando-me, o que me permitiu um sorrisinho. - Talvez sim! Ora meu coração é da maior importância para você, ora sou um colegial. É isso?
- Você já teve tempo suficiente para chorar - disse ele - e para reavaliar o que recebeu. Agora é voltar ao trabalho. Vá para a escrivaninha e prepare-se para escrever. Senão lhe bato mais um pouco.
Comecei a discursar.
- Não vou ser tratado assim. Não há nenhuma necessidade disso. O que devo escrever? Já escrevi vários volumes em minha alma. Acha que pode me colocar à força naquela abominável forminha de aluno obediente, acha que isso é apropriado para as idéias cataclísmicas que tenho de considerar, acha...
Ele me esbofeteou. Fiquei tonto. Quando meus olhos desanuviaram, encarei-o.
- Quero sua atenção de novo. Quero que você saia de sua meditação. Vá para a escrivaninha e me faça um resumo do que sua viagem à Rússia significou para você, e o que agora você vê aqui que antes não conseguia ver. Seja conciso, use seus melhores símiles e metáforas e escreva depressa e com clareza para mim.
- Que táticas grosseiras - resmunguei. Mas meu corpo latejava por causa das chicotadas. Era uma dor completamente diferente da de um corpo mortal, mas doía, e eu odiei aquilo.
Sentei diante da escrivaninha. Eu ia escrever algo realmente grosseiro como "Aprendi que sou escravo de um tirano". Mas quando ergui os olhos e o vi ali de chicote em punho, mudei de idéia.
Ele sabia que aquele era o momento perfeito para se aproximar de mim e me beijar. E fez isso, e vi que eu erguera o rosto para receber seu beijo antes que ele abaixasse a cabeça. Isso não o deteve.
Senti a felicidade avassaladora de ceder a ele. Passei meu braço em volta de seus ombros.
Ele me soltou após um instante demorado e doce, e então escrevi muitas frases...
Enquanto escrevia, o Mestre foi embora. Percebi isso, mas não importava. Eu estava absorto na escrita, e aos poucos fui deixando aquela minha analise das coisas e comecei a contar uma historia antiga.
Finalmente Marius veio me buscar para me levar para nossa cripta, e agora vejo, séculos depois, olhando para trás, que o fato de ele ter me obrigado a escrever naquela noite me fez lembrar para sempre das lições daquela época.
Na noite seguinte, depois de ler o que eu havia escrito, ele estava arrependido de ter me batido e disse que tinha dificuldade de tratar-me como qualquer outra coisa que não uma criança, mas que eu não era uma criança. Antes, eu era o espírito parecido com o de uma criança - ingênuo e maníaco em minha busca de certos temas. Ele nunca esperara me amar tanto.
Eu queria ficar alheio e distante, por causa da surra, mas não consegui. Eu me admirava que seu toque, seus beijos, seus abraços significassem mais para mim do que significavam quando eu era humano."

Livro "O Vampiro Armand" de Anne Rice, parte1 "Corpo e Sangue". Paginas 198, 199 e 200. _________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________


Trechos de Lestat

"E eu me vi.
Quero que você me veja agora. Quero que olhe para mim, agora que me apresento e juro pela verdade deste relato, juro por todas as palavras deste relato, do fundo do meu coração.
Sou o Vampiro Lestat. Foi isso que eu vi. Foi isso que eu ouvi. É isso o que sei! Isso é tudo o que sei.
Acredite em mim, nas minhas palavras, no que eu disse e no que foi escrito.
Estou aqui, ainda. Sou o herói dos meus sonhos, e permitam, por favor que eu mantenha meu lugar nos seus.
Eu sou o Vampiro Lestat.
Que eu passe agora da ficção para as lendas.

9:43 - 28 de fevereiro de 1994
Adieu mon amour"


Livro "Memnoch - As crônicas vampirescas", de Anne rice. Paginas 345 e 346.

Trechos de Merrick - Louis

"Vi Merrick, linda como sempre num vestido de seda, levantar-se da cadeira de balanço e voar para os braços de Louis.
E os dois se amavam, aqueles dois seus, Louis e Merrick. Não havia como negar isso. Fiquei observando calado enquanto Louis a beijava inúmeras vezes, enquanto passava o dedo branco pelos seus cabelos. Fiquei olhando enquanto ele lhe beijava o pescoço esguio."


Livro "Merrick", de Anne Rice. Pagina 296.


"Endireitou-se ainda ajoelhado e, levando a mão direita à boca, rasgou o pulso com seus próprios dentes antes que Merrick ou eu soubéssemos o que ele pretendia fazer.
Imediatamente um espesso jorro de sangue derramou-se sobre o rosto perfeitamente modelado da figura no caixão e, enquanto a veia começava a se fechar sozinha, Lestat novamente a rasgou e deixou o sangue correr.
- Ajude-me, Merrick. Ajude-me David! - gritou ele - Pagarei pelo que comecei, mas não deixem que não de certo. Preciso de vocês agora.
De momento, fui me juntar a ele, arregaçando o punho desajeitado de algodão e rasgando a carne do pulso com meus próprios caninos. Merrick estava ajoelhada bem aos pés do caixão; e, do seu delicado pulso de cria nova, o sangue tinha começado a correr.
Uma fumaça penetrante subia dos restos mortais diante de nós. O sangue parecia infiltrar-se em cada poro da figura. As roupas queimadas estavam encharcadas. E, afastando esse tecido, lestat deu mais um jorro de sangue em sua obra frenética.
A fumaça formava agora uma espessa camada encima dos restos sangrentos diante de nós. Eu não conseguia ver através dela. Mas conseguia ouvir um leve murmúrio, um gemido em terrível agonia. E eu não parava de deixar meu sangue correr, com minha pele sobrenatural procurando fechar-se e interromper a operação enquanto meus dentes vinham em meu socorro a toda hora.
De repente, um grito de Merrick. Vi diante de mim, em meio a nevoa a figura de Louis sentando-se no caixão, seu rosto um monte de rugas e linhas minúsculas. Vi Lestat estender a mão até ele, segurar-lhe a cabeça e pressiona-la junto ao seu pescoço.
- Beba agora Louis - Ordenou.
- Não pare David - disse Merrick - o sangue, é disso que ele precisa. Todas as partes de seu corpo estão se embebedando com ele.
Obedeci, só então percebendo que estava ficando cada vez mais fraco, que não conseguia continuar em pé, e que a própria Merrick estava caindo para frente, embora ainda estivesse determinada a prosseguir.
Vi abaixo de mim um pé descalço, depois o contorno da perna de um homem e então, perfeitamente visível na penumbra, os músculos fortes do tórax de um homem.
- Mais, isso, sugue mais - era a ordem baixa e insistente de Lestat. Ele agora falava em francês. - Sugue mais, mais. Sugue tudo o que eu tenho a dar.
Minha visão estava completamente comprometida. Parecia que o pátio inteiro estava permeando de um vapor penetrante; e as duas formas de Louis e de Lestat - tremeluziram antes que eu me sentisse cair deitado nas pedras frescas e bem-vindas, antes que eu sentisse o corpo macio de Merrick se aconchegar ao lado do meu, antes que eu sentisse o perfume doce e delicado do cabelo de Merrick. Minha cabeça rolou nas pedras enquanto tentei erguer minhas mãos, mas não consegui.
Fechei os olhos. Não via nada, e então quando os abri, Louis estava ali, nu e refeito, olhando para mim, com o corpo recoberto por uma fina película de sangue, como se fosse um recém-nascido, e vi o verde de seus olhos e o branco de seus dentes.
Ouvi a voz rouca de Lestat novamente:
- Mais, Louis - disse ele - Tome mais.
- Mas e David e Merrick? - perguntou Louis.
E Lestat respondeu:
- Esta tudo bem com David e Merrick.

Livro "Merrick", de Anne Rice.


"- Não a reconhece David? - perguntou-me ela.
Senti um calafrio enquanto olhava fixamente para ela.
- Retirei-a de seu corpo, David - disse ela - Retirei-a porque não queria deixa-lo ir embora.
Lestat deu um risinho terno e cheio de prazer descontraído. Acho que Louis estava estupefato demais para falar."

 

O Perfil de Anne Rice e livros  
   
   
   
Nossa relação de filmes 17 New Divine Photos from Interview with the Vampire movie + 15 Old Divine Ones
   

Fatos de 1900 a 2001

 

 

A Lenda das Gêmeas Mekare e Maharet  
  News de Christopher Rice, o filho escritor ( em breve )
Rainha dos Condenados , o filme - analisado e descrito para você e trazendo informações da trilha do filme !
   

 

 
   

 

 

 

DeniseMG

Vampirus Brasil | São Paulo, Brasil © 2001/2005 todos os direitos reservados |